Novo Operacional · Autor: Rafael Avelar
Em 1963, Edward Lorenz perseguia uma obsessão antiga do homem:
prever o próximo movimento.
Lorenz era matemático por Harvard e meteorologista pelo MIT.
E diante de um computador rudimentar, tentava traduzir o caos da atmosfera.
Seu modelo girava em torno de três variáveis.
X. Y. Z.
Uma representava a intensidade do movimento.
As outras duas, diferenças de temperatura capazes de empurrar todo o sistema de um estado para outro.
Em termos menos matemáticos:
movimento, força e desequilíbrio.
Até que aconteceu algo.
Ao repetir uma de suas simulações, Lorenz digitou:
0,506.
Em vez do número original:
0,506127
Uma diferença aparentemente ridícula.
No começo, praticamente nada mudou.
As duas previsões caminhavam quase juntas.
Então começaram a se afastar.
Primeiro um pouco.
Depois mais.
Até produzirem resultados completamente diferentes.
Uma alteração que parecia incapaz de mudar qualquer coisa...
mudou tudo.
Nascia ali uma das ideias que ajudariam a formar a Teoria do Caos… e, mais tarde, o famoso Efeito Borboleta.
Mas pra você como trader, tem algo ainda mais interessante.
Lorenz percebeu que aquele caos não ia pra qualquer lugar.
Apesar de nunca repetir exatamente o mesmo caminho...
ele continuava sendo atraído para determinadas regiões.
A matemática deu um nome a esse fenômeno:
Atratores Estranhos.
Olhe para a imagem acima.
A trajetória nunca é exatamente igual.
Mas também não é completamente livre.
Ela oscila. Se afasta. Retorna. Muda de direção.
E ainda assim, permanece presa a uma espécie de ordem escondida dentro do caos.
Agora esqueça o clima. Abra um gráfico.
O preço sobe. Cai. Rompe. Retorna. Acelera. Perde força.
Parece aleatório.
Até que começa a fazer certas coisas...
repetidas vezes.
E foi aqui que surgiu a pergunta que acabou dando origem ao operacional DELTA 7 que você está prestes a conhecer:
E se o “caos” do mercado esconder uma ordem que o olho humano não consegue enxergar a tempo?
Não estou falando de criar algo pra você interpretar.
A ideia é pegar uma quantidade de informações que seria impraticável processar durante uma operação...
e obrigar a matemática a fazer esse trabalho por você.
Foi exatamente isso que eu e minha equipe de cientistas de dados fizemos.
E o resultado ficou estranhamente simples.
Porque depois de toda a matemática, todos os filtros e todas as condições trabalhando por trás...
você vê apenas aquilo que realmente importa.
✅ Onde entrar.
✅ Onde a operação está errada.
✅ Onde colocar o primeiro resultado no bolso.
✅ E onde pode estar o movimento maior.
Nas próximas linhas você vai conhecer esse operacional passo a passo…
Antes de continuar, quero me apresentar: meu nome é Rafael Avelar.
Já trabalhei em dois dos maiores bancos do país, sou formado e pós-graduado pela FGV, tenho MBA pela Saint Paul, além de certificações de prestígio como CEA e CNPI-P.
Também fundei algumas empresas voltadas para o mercado financeiro.
Só que a parte mais importante não está nesse “currículo”.
Comecei a operar em 2015 quando ainda trabalhava no banco.
E o mercado acabou me dando algo que, pra mim, vale mais do que qualquer cargo:
liberdade.
Liberdade pra escolher onde trabalhar.
Como organizar meus dias.
E como não depender mais de um salário no fim do mês.
Em 2019, meus resultados me deram segurança pra fazer aquilo que poucos anos antes parecia distante:
pedir demissão do banco e viver do mercado.
E durante todos esses anos uma ideia foi ficando cada vez mais clara:
quanto mais simples fica a decisão na tela, melhor.
Por isso, eu te digo: nada disso exige que você conheça equações.
Você não precisa ter formação na área de finanças. Não precisa ser matemático ou economista…
Na verdade, pode funcionar até melhor se você não for…
A complexidade fica por trás da tela.
Colocar em prática exige apenas alguns minutos por dia e que você saiba ler quatro marcações no gráfico.
E é isso que eu quero mostrar primeiro.
Como o operacional funciona quando praticamente tudo é retirado da tela?
Black Butterfly Signals | Trend Flow
O operacional possui dois modelos de sinal.
Vamos começar pelo Trend Flow.
Neste primeiro momento, deixamos o SMC Context desligado.
Não porque ele não seja importante.
Mas porque quero que você veja primeiro o que acontece quando deixamos na tela:
Entrada. Stop. Saída.
Depois acrescentaremos as outras camadas de leitura sobre esses mesmos sinais.
Filtro de lateralidade: de 1 a 5
O Trend Flow já vem configurado no nível 2.
E pra começar, você não precisa mexer em nada.
Esse nível já entrega um bom equilíbrio entre filtrar períodos sem direção e continuar encontrando oportunidades ao longo do dia.
Mas o filtro pode ser ajustado de 1 a 5, de acordo com o seu estilo.
Quanto menor o número, mais sinais o operacional tende a aceitar.
Quanto maior, mais seletivo ele fica e menos sinais tendem a aparecer.
Depois disso vêm três decisões que, na prática, podem definir uma operação inteira:
STOP. SAÍDA 1. SAÍDA 2.
O stop ativo já mostra a região de proteção da operação.
A Saída 1 é o alvo mais curto.
É a escolha mais natural para quem prefere trabalhar com uma abordagem mais voltada à taxa de acerto.
A Saída 2 deixa mais espaço para o mercado andar.
É para quem aceita esperar mais em troca da possibilidade de capturar um movimento maior.
E você ainda pode combinar as duas.
Realizar uma parte na Saída 1...
e deixar o restante da posição buscar a Saída 2.
E repare no que temos até aqui.
Você escolheu o nível de seletividade.
Recebeu a entrada.
Já sabe onde proteger.
E já tem duas possibilidades de realização.
Só essa primeira camada já resolve três dos erros que mais custam dinheiro no mercado: entrar tarde, proteger mal e sair cedo demais.
Mas tem um detalhe.
Até aqui, estamos vendo o Trend Flow praticamente sozinho.
Agora, vamos ligar aquilo que ficou desligado no primeiro print.
E os sinais começam a ganhar mais contexto.
Importante:
o BUY e o SELL não mudam ao ligar o SMC context.
O SMC Context não cria a entrada do Trend Flow.
Ele responde à pergunta que naturalmente vem depois de qualquer sinal:
“O que está acontecendo no mercado exatamente aqui?”
É por isso que ao ligar essa segunda camada, aparecem novas leituras.
BOS
BOS significa Break of Structure — rompimento de estrutura.
Na prática, ele ajuda a mostrar quando um movimento está ganhando força suficiente para continuar avançando na mesma direção.
É uma forma simples de enxergar algo que, muitas vezes, passa despercebido no gráfico:
o momento em que o mercado deixa de apenas oscilar e começa a confirmar uma direção.
CHoCH
O CHoCH — Change of Character, ou Mudança de Comportamento, aparece quando o preço começa a agir de uma forma diferente daquela que vinha predominando.
Ele ajuda a identificar momentos em que uma estrutura começa a perder força e o mercado pode estar preparando uma mudança de direção.
É como um primeiro aviso de que alguma coisa mudou no jogo:
o mercado ainda pode não ter virado completamente, mas já deixou de se comportar como antes.
Order Blocks
Os Order Blocks destacam regiões que deram origem a movimentos relevantes do preço.
O algoritmo identifica a zona anterior a um deslocamento forte e passa a tratá-la como uma região de interesse que pode voltar a ganhar importância caso o preço retorne até ela.
No gráfico, azul representa uma região compradora e vermelho, uma região vendedora.
E existe um detalhe a mais.
Cada Order Block recebe uma nota de qualidade.
No exemplo acima, Q66 significa que aquela região recebeu 66 pontos de qualidade.
Essa nota é calculada combinando fatores como força do rompimento, intensidade do movimento, participação de volume, deslocamento do preço e comportamento da volatilidade.
Q66 indica uma região relevante, mas ainda abaixo da classificação de maior qualidade.
Quando a nota chega a 74 pontos ou mais, o operacional passa a marcar aquele Order Block como HP — High Quality.
Quando um Order Block fica cinza, significa que o preço atravessou aquela região e seguiu além dela.
Em outras palavras, aquela zona que antes poderia provocar uma reação não conseguiu mais segurar o movimento.
Por isso, ela deixa de ser considerada um Order Block ativo.
No exemplo acima, o B-OB Q69 X era uma região compradora com 69 pontos de qualidade.
Depois, o preço rompeu essa região pra baixo.
A partir daí, ela fica cinza e recebe o X para mostrar que aquela referência já foi superada pelo mercado.
Assim, a leitura fica muito simples:
colorido = região ainda ativa.
cinza + X = região que o preço já rompeu.
Já a linha EQ 50% representa o ponto de equilíbrio do range atual — exatamente o meio entre o topo e o fundo relevantes que o algoritmo está acompanhando.
Liquidity Sweeps
Os Liquidity Sweeps mostram momentos em que o preço atravessa uma região de liquidez e, logo depois, rejeita aquele movimento.
Existem dois lados dessa leitura.
O BSL Sweep — Buy-Side Liquidity Sweep acontece quando o preço varre a liquidez acima de um topo relevante e volta para dentro da estrutura.
Na prática, pode ser um primeiro sinal de que a força compradora encontrou resistência e o mercado pode começar a pressionar para baixo.
O SSL Sweep — Sell-Side Liquidity Sweep faz o movimento oposto.
O preço atravessa um fundo relevante, busca a liquidez abaixo dele e retorna.
E por último:
Score nos sinais
Cada BUY ou SELL pode receber um SMC CTX de 0 a 5.
Quanto maior o número, maior a quantidade de elementos de contexto que estão presentes ao redor daquele sinal.
Não significa que um 5/5 vai ganhar e um 0/5 vai perder.
Mas significa que agora você pode olhar para dois sinais aparentemente iguais...
e perceber que um deles pode estar muito mais alinhado com o contexto do mercado do que o outro.
Nas configurações você tem o Swing Sensitivity.
O Swing Sensitivity controla o quanto o SMC Context será sensível para reconhecer os topos e fundos relevantes do mercado — justamente os pontos usados depois nas leituras de BOS, CHoCH e Liquidity Sweeps.
Ele pode ser ajustado de 2 a 12 e já vem configurado em 5, que é um bom ponto de partida.
A lógica é simples:
valores menores deixam a leitura mais sensível, capturando estruturas menores e fazendo aparecer mais eventos no gráfico.
valores maiores tornam o modelo mais seletivo, priorizando movimentos mais amplos e estruturas mais relevantes.
Ou seja, você não precisa aceitar uma única leitura do mercado.
Pode deixar no 5 e começar dali…
Black Butterfly Signals | Breakout
Até aqui, você viu o Trend Flow.
Mas existe uma segunda forma de usar o operacional.
No campo Signal Model, basta trocar para:
Breakout.
E aqui a lógica muda.
O Breakout procura momentos em que o preço rompe uma estrutura relevante com força suficiente para que o movimento mereça atenção.
Quando isso acontece, ele faz algo muito simples:
BUY.
ou
SELL.
Diferente do Trend Flow, o Breakout não determina stop nem alvo.
Você recebe o gatilho e monta a gestão da forma que preferir.
Pra começar, minha sugestão é definir o stop em uma região técnica que invalide a operação e trabalhar inicialmente com alvo a partir de 1 vez o risco.
O Breakout ainda possui três ajustes.
Swing Sensitivity
Define o tamanho das estruturas que o algoritmo considera relevantes.
O padrão é 8, mas pode ser ajustado de 2 a 30.
Break Strength
Controla quanta força o rompimento precisa apresentar para gerar um sinal.
Quanto maior o valor, mais exigente o algoritmo fica.
Momentum Window
Define a janela utilizada para avaliar o impulso do movimento.
O padrão é 60, podendo ser ajustado entre 20 e 200.
Na prática, você tem dois operacionais dentro do mesmo modelo:
Trend Flow, para quem quer entrada, proteção e saídas já organizadas, com entradas nos pullbacks.
E Breakout, para quem prefere receber o momento do rompimento e ter liberdade para decidir como vai explorar aquele movimento.
Os sinais mostram quando agir. Agora vamos enxergar o que existe ao redor desse movimento.
Nesse momento você já tem uma coisa importante.
O algoritmo que procura quando agir.
Trend Flow. Breakout. Estrutura. Liquidez. Contexto.
Agora vamos dar um passo além…
Onde o preço está agora?
Porque dois sinais de BUY podem parecer iguais...
e acontecer em pontos de maior ou menor qualidade no gráfico.
Um pode surgir quando ainda existe espaço.
Outro quando o preço já foi longe demais.
Aí voltamos a imagem da introdução deste operacional…
O Atrator estranho.
O movimento parece caótico.
Mas não acontece em qualquer lugar.
A trajetória se afasta...
acelera...
muda de direção...
e continua sendo conduzida por determinadas regiões.
Agora você pode enxergar essa lógica no gráfico.
Regiões capazes de acompanhar o próprio comportamento do mercado e mostrar quando o preço começa a chegar aos extremos do seu fluxo atual.
Eu te apresento o indicador:
Attractor
As duas regiões que você vê no gráfico não ficam paradas.
Elas se adaptam ao movimento.
Quando o mercado muda, elas mudam junto.
E isso acrescenta uma informação que ainda não tínhamos:
o operacional passa a mostrar não apenas quando existe uma oportunidade, mas em que parte do movimento ela está acontecendo.
E é aqui que alguns sinais começam a ficar ainda mais interessantes do que pareciam alguns segundos atrás.
E ainda existe uma forma de enxergar a força por trás do movimento.
O Attractor ajuda a mostrar onde o preço está dentro do seu fluxo.
O indicador HutX acrescenta outra leitura:
para que lado essa força está empurrando o mercado…e quando ela começa a chegar ao limite.
HutX
A leitura é extremamente simples.
Quando o HUT X ( Hybrid Unified Trend eXtreme ) permanece na região positiva, o movimento favorece uma leitura compradora.
Quando passa para a região negativa, a pressão passa a favorecer o lado vendedor.
Só que existe outro ponto.
Em determinados momentos aparecem os extremos:
X+ e X−.
Eles marcam situações em que o movimento atingiu uma condição mais esticada dentro da leitura do indicador.
E isso pode ser usado de duas maneiras.
A primeira é como alerta: depois de uma expansão muito forte, o mercado pode começar a perder velocidade, respirar ou reagir na direção oposta.
A segunda é como objetivo de operação.
Se você já está comprado e o HutX avança até um X+, por exemplo, aquele extremo pode se transformar em uma região interessante para proteger resultado ou realizar parte da posição.
Na venda, a mesma lógica vale para o X−.
Repare no gráfico acima.
O HutX entra como uma camada complementar de leitura, adicionando algo que faz toda a diferença na tomada de decisão:
a direção do movimento, a intensidade dessa pressão e os momentos em que essa força começa a atingir uma região de extremo.
Isso refina a sua interpretação do mercado.
Quando você observa o HutX ao lado do Black Butterfly Signals e do Attractor, a leitura fica mais clara, mais profunda e mais inteligente.
Você passa a enxergar com mais nitidez:
quando há pressão compradora ou vendedora dominante;
quando esse movimento ainda tem continuidade;
e quando essa pressão já começa a se aproximar de um extremo operacional.
O VIZ complementa o mapa
Muitos traders já conhecem as Very Important Zones.
O indicador combina proporções derivadas de Fibonacci, volatilidade recente e componentes de fluxo de ordens para projetar regiões matemáticas que dificilmente seriam encontradas apenas olhando o gráfico.
O VIZ é o mais impressionante indicador de Zonas de Liquidez do mundo, onde os Big Players estacionam suas ordens.
A cada nova sessão, ele recalcula automaticamente suas regiões de referência e projeta no gráfico as Neutral Lines, Golden Lines e Deep Lines.
São pontos objetivos para você observar onde o preço pode reagir, encontrar resistência, buscar um alvo ou mudar o comportamento.
Agora coloque tudo isso junto.
O Black Butterfly aponta a oportunidade.
O Attractor mostra onde o preço está dentro do seu fluxo.
O HutX acrescenta direção, pressão e extremos.
E o VIZ expõe as zonas de liquidez e a atuação dos grandes players.
Você vai acessar e plotar no gráfico desta forma:
https://www.youtube.com/watch?v=wyRfk8ThfkE
A matemática, os filtros e os cálculos ficam trabalhando por trás.
Na sua frente, o operacional responde perguntas muito mais simples:
✅ Tem oportunidade?
✅ Onde eu estou errado?
✅ O movimento ainda tem espaço?
✅ O contexto favorece esse trade?
✅ E onde pode fazer sentido colocar dinheiro no bolso?
Porque depois de anos operando, uma coisa ficou muito clara para mim:
informação só tem valor quando ajuda você a tomar uma boa decisão.
E quanto mais clara essa decisão fica, mais simples se torna executar.
Foi pra isso que construí esse operacional.
Para quem é esse operacional?
O Delta 7 foi criado para quem quer abrir o gráfico e encontrar uma lógica clara pra seguir.
Para quem já cansou de entrar...
e só depois pensar onde colocar o stop.
De sair da operação por medo.
De entrar tarde porque ficou esperando mais uma confirmação.
Ou simplesmente de olhar para o gráfico e pensar:
“Tá… E agora?”
Se o que você procura é um operacional que coloque entrada, risco, saídas, estrutura, contexto, posição do preço e força do movimento dentro de uma mesma lógica...
então você chegou exatamente ao ponto que eu queria.
Pense no que existe por trás disso.
Você poderia passar meses testando indicadores.
Estudando estrutura.
Tentando combinar tendência, volatilidade, liquidez e momentum.
Poderia aprender programação.
Criar filtros.
Testar configurações.
Descartar o que não funciona.
Voltar.
Ajustar.
Testar novamente.
Foi justamente esse trabalho que fizemos antes de colocar tudo isso diante de você.
Você não está recebendo quatro indicadores soltos.
Está acessando um operacional construído para que essas diferentes leituras trabalhem juntas.
E o mais importante:
para que você não tenha que construir tudo isso sozinho.
Quanto custa ter acesso?
Você recebe o operacional Delta 7 completo, incluindo:
✅ Black Butterfly Signals
✅ Attractor
✅ HutX
✅ VIZ
E toda a estrutura que você acabou de ver funcionando em conjunto dentro da TessTrade.
O investimento para liberar o acesso é:
R$ 12x 97,70
ou R$ 997 para pagamento à vista.
Talvez R$ 997 seja irrelevante pra você.
Talvez seja um valor que precise pensar antes de investir.
As duas coisas são perfeitamente normais.
Então não quero convencer você usando uma conta mirabolante sobre quanto dinheiro esse operacional poderia fazer.
Prefiro que volte alguns centímetros nesta página e olhe novamente para os gráficos.
Você já viu o que ele faz.
Já viu o que aparece na entrada.
Já viu o stop.
As saídas.
A estrutura.
A liquidez.
Os extremos.
E todo o contexto.
A pergunta que resta é bem mais simples:
quanto vale, pra você, abrir o gráfico e não precisar começar sua análise do zero todos os dias?
Quanto vale parar de sentir que o mercado sempre parece óbvio… só depois que a oportunidade passou?
E quanto vale fechar a plataforma e simplesmente seguir a sua vida — sem continuar operando na cabeça horas depois?
Se a resposta for menos de R$ 997, não compre.
Se for mais...
o próximo passo está logo abaixo.
E você ainda pode decidir com o operacional na sua própria tela.
Depois de liberar o acesso, você terá 7 dias pra conhecer o operacional por dentro.
Abra seus gráficos.
Teste as configurações.
Observe como ele se encaixa na sua forma de operar.
Se dentro desse prazo você concluir que não faz sentido pra você, basta solicitar interrupção do acesso dentro dos 7 dias.
Ou seja:
você não precisa decidir se gosta olhando esta página.
Pode decidir olhando o operacional.
P.S.: Você não precisa entender a matemática que começou esta página.
Ela já fez o trabalho dela.
A partir daqui, seu trabalho é muito mais simples:
olhar. decidir. executar.